Compartilhando pesquisas e experiências sobre Fotografia

O mês da fotografia é Agosto, mas neste mês também tem semana da Fotografia em Curitiba.

A verdade é todo dia é dia de comemorar a arte de desenhar com a luz, todo mês é mês de ouvir, ler e assistir temas sobre fotografia, em Curitiba acontece em novembro o CLIF – Curitiba Luz e Imagem Fotográfica com 8 dias de programação que fogem um pouco do que estamos acostumados em ver nos eventos de fotografia. Além das exposições, palestras e projeções, o CLIF coloca no seu menu Sessão de Cinema, Off CLIF, Foto Escambo, Ação Social e Leitura de Portfólio.

Basta dar uma lida para perceber que se trata de um projeto social bem interessante que valoriza a fotografia como ela merece. E ainda dá tempo de participar, algumas atividades tem vagas limitadas, mas você ainda pode se inscrever através do site, que também ajuda com a sua viagem até Curitiba.

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http://www.clif.art.br

Chegou o grande dia! O dia da inspiração!

Navio Mara Hope – Fortaleza/CE

antonio-marin-temnafotografiaAntonio Marin

Abricó de macaco (Couropita guianensis)

flavia-tamara_temnafotografiaFlávia Tamara

BARCOS TAINHEIROS

marcos-magalhaes-temnafotografiaMarcos Magalhaes

Inspirem-se!

Por Jenna Wortham

Vivian Maier/Maloof Collection - From Vivian Maier: Self-Portraits (PowerHouse Books, 2013)

Vivian Maier/Maloof Collection – From Vivian Maier: Self-Portraits (PowerHouse Books, 2013)

RECENTEMENTE, me deparei com um grande achado em uma loja de antiguidades de Vermont: uma fotografia em preto-e-branco de um piloto do sexo feminino no topo de uma montanha, seus óculos de aviador acima da testa, revelando um rosto satisfeito, queimado pelo vento, apenas as asas de seu avião visíveis atrás dela. Mas a melhor parte da descoberta foi a lenta percepção de que ela mesma estava segurando a câmera. Foi, por falta de uma palavra melhor, um “selfie”.

Isso me lembrou de outro auto-retrato do tipo, que eu estive acompanhando online, do misterioso Benny Winfield Jr.

Eu não conheço o Sr. Winfield pessoalmente, mas vi o rosto dele quase todos os dias durante os últimos meses, em dezenas de fotografias que ele compartilha no Instagram. Ele chama a si próprio de “líder do movimento selfie” e cada imagem é hipnoticamente a mesma – seu rosto sorridente preenche o quadro, e é geralmente acompanhado por um pequeno texto inspirador.

Os auto-retratos são mundos – e décadas – à parte. Mas eles são estimulados pelo prazer atemporal de nossa habilidade em documentar nossa própria vida e deixar para trás um rastro a ser descoberto.

“Há uma necessidade humana primordial de estar fora de nós mesmos e olhar para nós mesmos”, disse Clive Thompson, escritor e autor do livro “Smarter Than You Think: How Technology Is Changing Our Minds for the Better.”

“Selfie” tornou-se o termo genérico para auto-retratos digitais desencadeados pela explosão de celulares com câmera e serviços de edição e compartilhamento de fotos. Todo grande site de mídia social está transbordando com milhões deles. Todos, desde o papa às filhas do presidente Obama foram flagrados em um. No final de agosto, o dicionário Online Oxford acrescentou o termo ao seu léxico. Uma das propagandas do novo Grand Theft Auto V apresenta uma mulher de biquíni tirando uma foto de si mesma com um iPhone. Em um recente episódio da série “Homeland” do canal Showtime, um dos personagens principais envia um selfie de topless para o namorado. O Snapchat, um serviço de mensagens baseado em fotos, está processando 350 milhões de fotos por dia, enquanto um recente projeto no Kickstarter levantou 90 mil dólares para desenvolver e vender um pequeno obturador Bluetooth para smartphones e tablets para ajudar as pessoas a tirar fotografias de si mesmas mais facilmente.

É a preocupação perfeita para o nosso tempo saturado de Internet, uma plataforma pronta para gravar e postar nossas vidas aonde outros possam vê-las e experimentá-las conosco. E de certa forma, sinaliza uma nova fronteira na evolução das mídias sociais.

“As pessoas estão discutindo a forma como elas aparecem para o resto do mundo”, disse Thompson. “Tirar uma fotografia é uma forma de tentar entender como as outras pessoas vêem você, quem e como você é, e não há nada de errado com isso.”

Às vezes se assemelha tão somente a uma maneira mais performativa de lapidar imagens públicas de quem somos, ou quem gostaríamos de ser. Selfies muitas vezes se afastam para o território do escândalo ou da vergonha – pense em Miley Cyrus ou Geraldo Rivera – e em seu modo mais vulgar, sugere todos os tipos de questões sobre vaidade, narcisismo e a nossa obsessão com a beleza e imagem corporal.

Mas é uma concepção demasiado simplista para interpretar o fenômeno selfie. Estamos rapidamente nos acostumando – e talvez até mesmo começando a preferir – conversas on-line e interações que giram em torno de imagens e fotos. Elas são muitas vezes mais eficazes em transmitir um sentimento ou reação que um texto. Além disso, nos tornamos mais confortáveis ​​vendo nossos rostos na tela, graças a serviços como Snapchat, Skype, Google Hangout e FaceTime, e a sensação emocionante de conexão que vem mesmo com a mais breve conversa em vídeo. Receber uma foto do rosto da pessoa com quem se está falando traz de volta o elemento humano da interação, que é facilmente perdido se ela é principalmente baseada em texto.

“A idéia do selfie é muito mais sobre como o seu rosto é a legenda e você está tentando explicar um momento ou contar uma história”, disse Frédéric della Faille, o fundador e designer do FrontBack, um aplicativo popular de compartilhamento de fotos que permite aos usuários tirar fotos usando tanto a câmera frontal quanto a traseira. “É muito mais sobre um momento e uma história do que sobre uma fotografia.” E na maioria das vezes, ele acrescentou: “Não se trata de ser bonito.”

Em outras palavras, é sobre mostrar aos seus amigos e família sua alegria por estar tendo um bom dia ou iniciar um diálogo ou linha de comunicação usando uma imagem da mesma forma como você pode simplesmente dizer “oi” ou “como vai?”.

E selfies sugerem veementemente que o mundo que observamos através das mídias sociais é mais interessante quando as pessoas inserem a si próprias nele. Um fato que muitos serviços de mídia social como o Vine, uma ferramenta de compartilhamento de vídeos do Twitter, notaram. Dom Hofmann, um dos fundadores do Vine, disse que a primeira versão do aplicativo não deixava que as pessoas gravassem vídeos usando a câmera frontal, em parte por causa de limitações técnicas. Seu co-fundador, Rus Yusupov, era a favor de adicionar o recurso ao serviço, mas Hofmann teve a preocupação de que isto pudesse comprometer a qualidade do conteúdo que as pessoas estavam compartilhando através do serviço.

“Rus sentiu que abriria muitas possibilidades criativas”, disse Hofmann. “Mas eu pensei que seria muita vaidade. Não vejo muito valor nisso.”

Mas, depois de alguma discussão, e repetidas solicitações de usuários, a empresa decidiu lançar o suporte à câmera frontal como uma atualização. Descobriu-se que seu parceiro estava certo. “Os usuários adoraram”, disse Hofmann.

“Realmente não foi sobre vaidade, afinal”, ele disse. “Não é realmente sobre como você se parece. É sobre você fazendo qualquer outra coisa, ou sobre você em outros lugares. É um modo mais pessoal de compartilhar uma experiência.”

O ciclo de feedback que os selfies podem inspirar não faz mal, tampouco. Como uma usuária precoce do Instagram, eu raramente apontava a câmera para mim. Eu preferia compartilhar fotos do pôr do sol, bailes loucos e gatos de bodega do que mostrar um novo corte de cabelo ou roupa. Mas, ao longo do último ano mais ou menos, eu vi que todos os meus colegas começaram a voltar lentamente suas câmeras para dentro de si mesmos. E isto fez meu feed mais interessante e divertido. E eu prefiro ver os rostos dos meus amigos enquanto preparam a comida do que uma foto em close das suas refeições prontas. Nas raras ocasiões em que me sinto ousada o suficiente para postar um retrato frontal, eu vejo picos de comentários e feedbacks, do tipo que raramente imagens de um parque ou de um concerto conseguem atrair.

Na verdade, eu tenho notado que este selfie ocasional parece encorajar alguns amigos que não vejo à algum tempo a entrar em contato via e-mail ou mensagem de texto sugerindo que nos encontremos para uma bebida, como se ver meu rosto na tela os lembrasse que já faz algum tempo desde que o viram na vida real.

Dra. Pamela Rutledge, diretora do Media Psychology Research Center, uma organização sem fins lucrativos, diz que é como o cérebro humano funciona.

“Somos severamente estimulados a responder a rostos”, disse ela. “É inconsciente. Nossos cérebros processam o visual mais rápido, e estamos mais envolvidos quando vemos rostos. Se você está olhando para uma página inteira de fotos, o que você vai notar são os closes e selfies.”

Quanto à afirmação batida de que selfies promovem a vaidade e alguma forma de julgamento, “Há algumas pessoas que criam uma certa quantidade de risco se expondo demais”, disse Rutledge. “Mas isso não é sobre o selfie. Isso é sobre alguém que não está fazendo boas escolhas.”

Ao invés de descartar esta tendência como um efeito colateral da cultura digital ou como uma forma triste de exibicionismo, talvez seja melhor ver o selfie pelo que ele tem de melhor – uma espécie de diário visual, uma forma de assinalar a nossa curta existência e assegurar aos outros uma prova de que estávamos aqui. O resto, é claro, está aberto à interpretação.

Publicado originalmente por Jenna Wortham [via NYT]

 

[Traduzo e compartilho únicamente artigos públicos, citando os devidos créditos e fontes. Se alguém se sentir lesado por ter seu texto traduzido e publicado, favor entrar em contato comigo através do email na guia TEM COLABORADORES e o mesmo será retirado do ar.
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A Europa é um continente muito fotogênico por sua arquitetura, geografia e população. Os amantes da fotografia que podem fazer um mochilão pelo velho continente precisam deixar a rota planejada e, dessa forma, conhecer lugares incríveis que não estão entre os locais mais famosos.

aconselho procurar informações sobre documentos para entrada nos países antes do planejamento. Participantes da Comunidade Europeia, por exemplo, não exigem visto de turistas brasileiros para permanência de até três meses, mas é necessária a apresentação de passagens de ida e volta, reserva de hotel e seguro de viagem para Europa com cobertura de até 30 mil euros, como explica o link. Com a entrada na Comunidade Europeia, a transição entre os 30 países é livre, podendo conhecer muitos lugares.

A primeira é Barcelona, na Espanha, que é incrível arquitetonicamente, com construções que garantem belas fotos. Esqueça das linhas turísticas, pegue seu mapa e saia pelas ruas para aproveitar o que ela tem de melhor à oferecer.

Bairro Gotico - Espanha - Jaume CP BCN_temnafotografia

Crédito: Jaume CP BCN

O Barri Gotic (Bairro Gótico) é um desses locais! Você perderá horas fotografando a arquitetura antiga, distribuídas como em labirintos. Os ângulos são incríveis para fotografar! Isso tudo somado a uma iluminação amarelada pela cor de suas paredes e pouca entrada de luz nas pequenas ruas do bairro. Ele é perfeito para quem gosta de fotografia urbana por reunir diferentes estilos de pessoas mescladas às construções. Na verdade, Barcelona toda tem esse toque maravilhoso.

O contraste da arquitetura local é indescritível. Entre o Montjuic e o mar, prédios góticos, barrocos e modernistas se misturam à obras modernas. A vista do Montjuic, limite de Barcelona, tem um panorama maravilhoso, sendo muito procurado por amantes de fotos de cidades ou nascer e pôr-do-sol.

Casa Barillo - Espanha - Graham Read_temnafotografia

Crédito: Graham Read

As famosas obras de Gaudí merecem uma atenção especial. As Sagrada Família, Casa Milá, La Pedrera e Casa Batlló possuem uma visão nova a ser explorada.

Outra cidade considerada um paraíso para os fotógrafos é a também labiríntica Veneza, na Itália. Com seus canais e belas construções, ela impressiona pela geografia.

O Rialto Bridge é um dos lugares mais fotogênicos e famosos de Veneza porque, além de lindo, é um dos favoritos para fotografar o Grand Canal. A ilha de San Giorgio Maggiore também atrai muitas lentes, por ser um dos principais resquícios do império romano em Veneza. Ela é um antigo mosteiro que já teve diversas funções ao longo de sua história e, hoje, abriga uma das bibliotecas mais conhecidas do mundo.

Rialto Bridge - Itália - Raging Wire_temnafotografia

Crédito: Raging Wire

Muitos outros lindos locais, como os famosos St. Marks Square e Grand Canal, estão nas ruas da cidade. Um passeio descompromissado é o segredo para encontrá-los. Você irá se surpreender com as belas paisagens! Não à toa, Veneza é muito indicada para fotógrafos.

St Marks - Itália - Sue L C_temnafotografia


Crédito: Sue L C

Assim como as duas cidades, Londres guarda muitas lembranças do Império Romano. O famoso bairro London City, centro econômico da capital britânica, destaca-se por seus prédios modernos, que contrastam harmoniosamente com a Tower Bridge. Por ser bem movimentado, o bairro é muito procurado por praticantes de street photo, que, também, pode ser feita em rotas alternativas.

Londo City - Inglaterra - Florian Siebeck_temnafotografia

Crédito: Florian Siebeck

Camedon - Londres - Black Sheep Ink_temnafotografia

Crédito: Black Sheep Ink

 

Enviado por Rafael Canoba

email: rafael.canoba22@gmail.com

Mais uma campanha da Nikon vem ai, mais uma nova câmera que pelo teaser, ficou intitulada como Pure Photography. Sugiro dar um break do que seja o lá o que estiver fazendo, e dar uma olhada neste video! Me diga o que achou!

O fotógrafo americano dedica seus lindos dias produzindo lindas inspirações. Se você parar para observar você vai reparar detalhes como céu nublado, pombos voando, cores fortes dos prédios e uma textura vintage. Detalhes que se repetem. É bem homogênio e bonito ao olhar, me deixou encatada, mas me cansou, ver a mesma cena, mudando somente os ângulos, várias vezes. Fiquei esperando que em algum momento algo acontecesse.

E você, o que achou?

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E chegou o grande dia! O dia da inspiração cedido por vocês mesmo. Lembrando para quem quiser participar é só ingressar no nosso grupo do flickr e adicionar até cinco fotografias por dia! Aqui, todos os olhares são bem vindos. Sem restrições.

Inspire-se!

Sem Título

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Margot Felix

Urubu Rei ZOO Salvador/BA

temnafotografia_marcos-magalhaesMarcos Magalhães

Pôr do Sol Itaparica

temnafotografia_marcos-magalhaes2Marcos Magalhães

Onda – Maresias – SP

temnafotografia_antonio-marinAntonio Marin

Tenha uma ótima sexta-feira!