Compartilhando pesquisas e experiências sobre Fotografia

Archive for the ‘História’ Category

The Kodak Camera

 kodak tnf
kodak tnf
O primeiro grande impulso em direção à popularização da fotografia se dá ainda em 1888 com o lançamento da câmera Kodak, primeira câmera portátil de baixo custo à US$ 25 (US$ 600, hoje). A Kodak vinha carregada com um rolo de 100 exposições que possibilitavam imagens circulares de 6,5 cm de diâmetro, e deveria ser enviado de volta à Eastman-Kodak Co. aonde era revelado, ampliado e devolvido pelo correio junto com um novo rolo de filme. A primeira Kodak é sempre lembrada por seu slogan “Você aperta o botão e nós fazemos o resto”.
George Eastman queria simplificar a fotografia e fazê-la acessível a todos, e não só a profissionais treinados e endinheirados. Fotografar em 1800 era trabalho para aristocratas e burgueses que dispunham de muito dinheiro para bancar os altos custos de um equipamento fotográfico grande e complexo, e de tempo para aprender a manusear a câmera e desvendar os complicados processos químicos envolvidos na revelação de chapas.
Após anos de pesquisas, Eastman desenvolveu um filme transparente e flexível em rolos, o que além de possibilitar a Kodak n˚1, fez com que fosse possível a criação da camêra filmadora de Thomas Edson em 1891.
A Kodak funcionava de maneira simples, o fotógrafo só precisava rodar o filme, abrir o disparador mirar o motivo (a Kodak n˚1 ainda não tinha um Viewfinder) e apertar um botão.
 
A Eastman Kodak Co. foi fundada em 1888 em Rochester, NY, mesmo ano do lançamento da Kodak Camera. 
George Eastman também foi pioneiro na publicidade, lançando mão de inúmeras campanhas e anúncios em jornais, revistas e outdoors.
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
A Kodak n°1 possibilitou a muita gente o acesso à prática fotográfica, a pessoas sem nenhum conhecimento técnico ou estético, tão simples era seu uso, e, estima-se, apenas dez anos após seu lançamento que 1,5 milhão de câmeras estariam nas mão destes fotógrafos amadores.¹
Suas especificações2 eram:
  • type: box camera
  • Manufacturer: Kodak
  • Years of production: 1888-1889 (Kodak); 1889-1895 (Kodak No.1)
  • price: US$25 (quite expensive at that time)
  • Films: paper film rolls – changed by manufacturer, alternate loading with transparent film (only Kodak No. 1)
  • Lens: Bausch & Lomb 57mm f/9 Rapid Rectilinear wide angle lens
  • Shutter: string set; cylindrical (Kodak), rotary sector shutter (Kodak No.1)
  • Weight: 900 g
  • Dimensions: 8.3×9.6×16.5cm

A Kodak foi também a primeira empresa a desenvolver uma câmera digital, ainda em 1975.3 Infelizmente, a ideia de fotografar sem filme não agradou a maior fabricante de filmes e câmeras analógicas do mundo, que nessa época detinha 90% do mercado de filmes e 85% da venda de câmeras nos Estados Unidos.
A demora a investir na câmera digital fez com que a Eastman Kodak Co. gradativamente perdesse relevância no mercado desde então. Em 19 de janeiro de 2012 a companhia entrou com um pedido de concordata, deixou de fabricar câmeras amadoras e profissionais e, um ano e meio depois, anunciou que se transformaria numa empresa focada em tecnologia de imagem voltada para empresas.
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
kodak tnf
Image

A lomography e as lentes petzval para câmeras modernas

Não se assuste se você nunca ouviu falar nessas lentes, elas foram lançadas há muito, muito tempo, e ficou esquecida. As lentes petzval foram inventadas em 1840 por um rapaz com o nome de Joseph Petzval com o bjetivo de retratar pessoas. Na época em que a ideia de fotografar ainda estava batendo a porta de muitas pessoas, ter um equipamento específico para uma determinada prática era muita ousadia. Com uma abertura de f/3.6, pouquíssima profundidade de campo, baixa qualidade, uma leve distorção e saturação, qualidades que não valorizavam os trabalhos que hoje tem o seu valor vintage no mercado.

Muitos fotógrafos querem fotografar com analógico pela experiência fotográfica, que é bem diferente da experiência digital, mas nem todos tem tempo, nem disposição de comprar negativos, e depois revelar, digitalizar, é um processo demorado e nem sempre vale a pena (financeiramente falando), tendo em vista a quantidade de apps para celulares que fazem efeitos de filmes que simulam os negativos (nunca vai ser a mesma coisa, mas é econômico). Mas ter um acessório criado ainda na era analógica que pode ser acoplano na sua câmera DLSR é fantástico.

petzval-409x395

Fazia tempo que eu não escrevia sobre o mundo Lomográfico porque achei que todos estavam acompanhando diretamente no Lomography.com, mas essa notícia bombou minha wishlist, e não podia faltar no nosso TNF.

Curiosidades Petzval

Essa aparência é exatamente igual a aparência da primeira Petzval, o que dá um valor ainda mais nostalgico.

Outra observação, é que o seu valor pode ficar em torno de R$ 1 mil reais, chegando no Brasil em Dezembro desse ano!

http://vimeo.com/70744505

Image

Entenda melhor sobre ‘Fine Arts’

Esse dias tive alguns contatos com pessoas que falavam muito da palavra “Arte” sem saber ao certo do que estava falando. Lição numero um: Arte não é a produção diferencial. Voltando. E esse uso da palavra “Arte” em demasia me fez pensar bastante sobre como as pessoas vêm não só a arte como Fine Arts em geral.

Setsuna-no-temnafotografia11

Estou lendo um livro bastante interessante que fala – de modo geral – as explicações e as diferenças sobre arte e tudo o que se opõe a ela (e a fotografia). E ele coloca de forma bem interessante porque ele te deixa intrigado sobre os conceitos, termos e história. A crítica então surge sem nem ao menos você perceber.

E crítica é o que está faltando na cabecinha de muita gente – olha só eu gerando polêmica – que na maioria das vezes não sabe o que está falando. O que acontece é que nos últimos tempos o termo acabou sendo banalizado e parece que virou moda chamar qualquer produção de Arte. E não é bem assim que as coisas funcionam. Arte não apenas algo produzido com muita técnica, nem aquilo que é difícil de ser encontrado e nem muito menos se trata de novidades. Artes, assim como o termo Fine Arts deduzem a peças únicas de produção de alguém que pensa, respira e estuda muito o que faz (repetidas vezes por dia) e principalmente não produz para o mercado.

john&fish_temnafotografia9

Há muito, muito tempo atrás houve essa preocupação (com o uso da palavra) já antecedendo o acontecimento, e foi criado o termo Fine Art para diferenciar produtos que tinham realmente uma finalidade artística para produtos que tinham finalidades também comerciais. O que se observa é que o termo era direcionado para produções artísticas também ousadas e inovadoras, como um simples quadro preto emoldurado de Kasimir Malevich. Outro aspecto do termo é que ele também foi designado para artes feitas por impulso, e depois, de tantas designações a palavra também perdeu o seu sentido – quer dizer – caiu em mau uso, e é importante saber diferencia-la.

 

Entenda que o simples fato de produzir uma bela fotografia que no final do job você receberá um valor por aquele serviço seu prestado, já basta para dizer que essa sua imagem não é arte – apesar de ter um valor artístico, dependendo da estética – projetos autorais, fotografias documentais sem valores monetários, documentações para produção de portfólio e para pesquisa se aproximam mais do que é arte, porque ainda assim, essas aprovadas deverão ser avaliadas quanto a sua estética, sua leitura, seus objetivos, a subjetividade, composição e etc.

frosso_zervou-temnafotografia3

Em um mundo tão pequeno (syberspace) e com tantas mudanças acontecendo é importante que saibamos entender melhor o significado e procurar sempre pesquisar de forma correta a história delas, vai fazer toda a diferença no seu repertório profissional e artístico.

 

Fique a vontade e conheça Nair Benedicto

Confesso que tem pouco tempo que conheci, pesquisei e me aprofundei na história e biografia de Nair Benedito. Não se sinta mal se você até agora não tiver conhecido ainda, Nair (íntima), apesar de ser extremamente importante para a história da fotografia no Brasil, é super discreta sem se preocupar em fazer ações de divulguem seu nome e suas fotografias (ao menos esse foi o principal motivo que me fez sentir melhor).

Fique a vontade, tome um café e conheça Nair Benedicto

nair-benedicto_temnafotografia

Nair Benedicto é uma comunicadora por excelência. Ponto. Apenas esse comentário já seria o suficiente para explicar o poder de comunicação de toda a sua obra. A paulistana se dedicou aos estudos das mídias de massa, se formando em Rádio e Televisão na Universidade de São Paulo (1972), se dedicando em tempo integral a prática de fotografar um tempinho depois.  E logo na época d BOOM dos meios de comunicação, Nair Benedicto estava se envolvendo na área mas promissora de todos os tempos. Em 1979 fundou a agência f/4 de Fotojornalismo juntamente com seus amigos Juca Martins, Delfin Martins e Ricardo Malta, tempos depois a fotógrafa muda o foco, deixa f/4 e funda N Imagens, onde está até os dias de hoje.

NairBenedicto_temnafotografia

Esse N Imagens foi o principal nome que abriu as portas, dando suporte para que Nair Benedicto pudesse realizar todas as suas vontades envolventes com a (linda) fotografia. Foi exatamente com esse N Imagens que ela acabou fundando juntamente com seus colegas e amigos de trabalho Stefania Bril, Marcos Santilli, Rubens Fernandes Júnior e Fausto Chermont o NAFoto (Núcleo de amigos da fotografia) que é o principal responsável pelos maiores eventos e concursos de fotografia em São Paulo até hoje.

Dá para perceber (principalmente pelas suas fundações) que o envolvimento com a fotografia de forma social é dos fortes da fotógrafa. E continuando com essa história linda, de forma singela e discreta, ela já merece ser citada quando formos falar da história da fotografia aqui no nosso país. Além desse tipo de envolvimento, existe o envolvimento documental fotográfico da Nair (sempre íntima) com seus objetos de estudo como índios, sem terra, e principalmente a questão da valorização da mulher na sociedade brasileira (e foi por este motivo que ela foi comissionada pela Unicef para documentar a situação da criança e da mulher na América Latina nos anos de 88 e 89).

E é claro que eu não tenho como deixar de comentar que todo esse seu lindo trabalho foi muito bem visto lá fora, como no Museum of Modern Art, NY, que já recebeu e expôs fotografias de Nair mostrando a questão cultural como um todo do nosso país. O que é muito grandioso não só para a própria autora/fotógrafa, mas principalmente para nós.

Nair-benedicto_temnafotografia

Como eu sempre: Conhecer a história e se aprofundar nas inspirações de outros fotógrafos e fotógrafas, sempre nos deixa mais fortes, corajosos e, claro, com uma base melhor para seguir em frente.

Image

Conheça o grande poder das legendas

Se você parar para pensar convivemos com as legendas em todos os momentos de nossas vidas, principalmente na fotografia. Para a história da fotografia a legenda já teve várias e várias utilidades, formas, regras e objetivos. Hoje elas simplesmente existem e muitas vezes muitos nem dão conta.

Após uma boa evolução significativa da fotografia (juntamente com a evolução do digital, tecnológico e internet), acredita-se que sim, uma fotografia sempre pode comunicar mais do que mil palavras, independente de sua categoria, composição, estilo, uma imagem é um meio de comunicação por ele mesmo, capaz de ser interpretado, entendido e desmistificado.

Como pesquisadora e fotógrafa, posso afirmar que para uma boa legenda, o mistério é o melhor aliado. Já que a fotografia pode se comunicar, vamos deixa-la fazer o seu papel adicionando apenas uma legenda-título com a menor quantidade de palavras possível, e se não souber com escreve-la, deixe-a sem. Não, não pretendo montar um tutorial de como escrever uma legenda perfeita, até porque (apesar de exigir sempre uma legenda ideal) apenas o autor da fotografia vai saber criar de forma sucinta a legenda de forma apropriada.

Uma boa legenda pode passar todos os sentimentos, ou melhor, uma noção dos sentimentos e emoções que uma boa fotografia pode passar. Mas, assim como um título, cada legenda segue de acordo com a sua obra maior. O fotógrafo Elliot Erwitt possui grandes trabalhos ao redor de todo o mundo, portanto, resolveu legendar as suas fotografias com nomes de cidades, países, datas, e situação.

USA. 1988. New York City. The Metropolitan Museum of Art.

USA. 1988. New York City. The Metropolitan Museum of Art.

Em todo meio de comunicação, existe um elo entre o narrativo e os seus elementos, neste caso, a legenda faz perfeitamente um papel de elo, servindo como ponte para um possível entrosamento do espectador e a narração imagética. Além disso, a capacidade de um pesquisador de ler (de forma apropriada) uma legenda, já pode ajudar bastante no âmbito de suas pesquisas. E é dessa forma que aqui deixo minha dica: Colhe sempre a maior quantidade possível de informação sobre uma fotografia, associando sempre com sua legenda, antes de concluir uma interpretação. Vai fazer toda a diferença em suas pesquisas.

A Fotografia como ferramenta de pesquisa

Esse é um tema que me fixou na ideia, por N motivos, mas principalmente porque gosto de usar a fotografia de várias formas, enxergando-a de vários aspectos e utilizando para parâmetros para possíveis análises. Não interessa se ela é documental, publicitária ou social, o que vale é o conteúdo, história e valor.  Nesse caso, atribuí o valor da pesquisa nela, e deu muito certo.

beijonatimessquareFamoso Beijo na Times Square (vestimentas, época, moda e cultura podem ser citadas nessa imagem)

Nós já entendemos que a fotografia é uma ferramenta de comunicação, mas a ideia de que a fotografia é uma ferramenta de pesquisa ainda está muito atrelada a prática banal, sem conceitos, sem entendimentos e muito menos as significações da prática. Entrar no google e procurar por imagens quando precisa desvendar mistérios, tirar dúvidas, conhecer, entender, explorar, pesquisar, é a primeira atitude em qualquer pesquisa que um estudante ou profissional (de qualquer área) faz, e faz de forma expontânea, natural, sem se utilizar de regras nem normas (claro que não é necessário regras e nem normas).

O que muitas pessoas ainda não perceberam é que a imagem é a prova de algo (verídico ou não), mas sempre por tras de uma fotografia há uma história, há um contexto. Seja de uma época, seja de uma pessoa, seja de algum fator acontecido. E, mais uma vez (como falei anteriormente), muitos de nós não sabemos como nos apropriar dessas histórias para as nossas pesquisas.

Johnlenoneseucãodecadade40

John Lennon e seu cãozinho, década de 40

É diante de um vasto acervo imagético (a internet, claro) que temos acesso a quase todas (se não todas) as fotografias, sejam elas histórias com milhares de conceitos e valores tradicionais, ou sejam elas meramente banais. Como pesquisadora posso afirmar que o fato de encontrarmos mais facilmente (e de forma bem solta) essas imagens, não significa que dificulta ou facilita a pesquisa, levando em consideração o conteúdo e as legendas atribuídas e onde você encontrou determinadas imagens,  de nada vai adiantar se você não souber interpreta-las de forma correta, encontrar os rastros, os resquícios de história, as veracidades, o contexto da fotografia para com a época. E para isso, tanto faz se a fotografia é digital, encontrada em meios internéticos, ou física, encontrada em livros (onde sempre damos mais valor e por consequência, credibilidade).

presidentedilma

Presidente Dilma respondendo a um interrogatório no Rio de Janeiro (observem os policiais tapando os olhos)

Para essa tal prática (pesquisa), as habilidades com a fotografia mudam um pouco, o olhar crítico precisa ser aguçado, a interpretação necessita de uma malícia a mais, e nem sempre, um bom fotógrafo é um bom pesquisador, por justamente ter essa diferença de olhares entre eles.

É interessante também ressaltar, que muitos pesquisadores (que se apropriam da Fotografia como ferramenta de pesquisa) nem são fotógrafos, nem muito menos, da área da comunicação, muitos deles são sociólogos, antropólogos, psicólogos, ou simplesmente (não tão simples assim) pesquisadores. A área da pesquisa vem sendo cada vez mais valorizada, a pesquisa acadêmica em si, nem se fala, e foi por isso que resolvi me adentrar nesse assunto, pesquisar, organizar as ideias e montar um curso lindo para quem quisesse interesse.

policialBillNortonem1922

O policial Bill Norton medindo se a altura da saia da moça era a altura permitida (Washington, D.C – USA)

O projeto do curso ainda está em andamento, e por isso, locais e datas eu divulgarei em breve, mas, para quem tiver interesse, é só mandar o contato para o email helosaraujo@gmail.com, e receber mais informações. 

Image

8 de Março, dia da mulher, dia da fotógrafa, dia da fotografada!

Mais um ano, através do nosso querido TNF, venho homenagear a todas as mulheres, nesse nosso dia tão especial! E para a tal homenagem, escolhi alguns nomes importantes para a história da fotografia que merecem serem lembrados hoje, o dia internacional da mulher. Sabemos que a nossa profissão (além de dificultosa) já carrega um teor masculino, e todas as mulheres que se encorajaram e se arriscaram (principalmente em épocas bem diferentes da nossa) passaram por muitas criticas, polêmicas, problemas e servem como exemplo para todas as mulheres, fotógrafas de todo o mundo como símbolo de dedicação, força e perseverança.

Nesse ano resolvi fazer diferente, resolvi escolher cinco fotógrafas e cinco fotografadas para representar todas as mulheres do mundo! As fotógrafas você já sabe o porque, e as fotografadas por terem tido a sua história estampada em muitas fotografias de muitos fotógrafos que reconheceram suas subjetividades, valorizando-as, admirando-as e transmitindo tudo isso através da fotografia.

Feliz dia da mulher, feliz da da fotógrafa

Claro que a Diane Arbus entra como primeira colocada na minha lista das cinco fotógrafas homenageadas hoje. Mesmo lendo todo o seu histórico, a sua vida, sua visão, principalmente como fotógrafa, jamais será entendida.

dianearbus-temnafotografia

Annie Leibovitz uma das melhores fotógrafas de moda, consagrada no mundo das celebridades e inspiração para todas nós.

annie-leibovitz-temnafotografia

Anne Geddes, australiana que ama as crianças e se especializou em fotografia de bebês. E faz tudo isso muito bem!

annegeddes_temnafotografia

Sally Mann, americana, representando todas as mulheres ousadas e corajosas do mundo.

Sally Mann-temnafotografia

E Roberta Dabdab por representar muito bem todas as fotojornalistas do mundo!!

05_roberta_temnafotografia

Feliz dia da mulher fotografada

Escolhi algumas fotografias históricas que marcaram uma época, um acontecimento ou até uma tragédia acompanhada de uma bela mulher.

A Menina Afegã – Sharbat Gula – Foi fotografada ainda com 12 anos de idade pelo fotógrafo Steve McCurry em 1984 (no ano em que eu nasci) durante a guerra da invasão soviética.

Fotosfamosas-temnafotografia

Uma mãe protegendo seus filhos – Uma fotografia muito famosa, clicada durante a guerra do Vietnã em 1965 por um fotógrafo desconhecido.

fotoshistoricas-temnafotografia

A minha favorita, Hiroshima, menina Kim Phuc, saiu pelada de um ataque, com o corpo cheio de queimaduras. O interessante é que o fotógrafo Huynh Cong Ut, conhecido como Nick, a socorreu assim que fez essa foto.

hiroshima_temnafotografia

Marilyn Monroe, também está entre as nossas cinco fotografadas históricas para hoje! O fotógrafo é aquele que a gente sempre discute “foto divulgação”, mas fiquei bastante interessada nessa imagem, ela ainda nova, em 1946, cabelos escuros e o sorriso colgate que cativou a todos nós.

marilyn-monroe-1temnafotografia

E para finalizar, a nossa musa inspiradora brasileira (também super fotogênica), Carmen Miranda, com aquela expressão espontânea que só ela sabia fazer. Clicada por Jean Manzon. A fotografia também faz parte de uma coleção de fotografias históricas para o livro O Cruzeiro. 

carmemmiranda-temnafotografia

E assim com todas histórias, tantas lindas imagens históricas, deixo o meu Feliz Dia da Mulher para todas nós! Aproveitem cada minuto desse dia!