Compartilhando pesquisas e experiências sobre Fotografia

Esse dias tive alguns contatos com pessoas que falavam muito da palavra “Arte” sem saber ao certo do que estava falando. Lição numero um: Arte não é a produção diferencial. Voltando. E esse uso da palavra “Arte” em demasia me fez pensar bastante sobre como as pessoas vêm não só a arte como Fine Arts em geral.

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Estou lendo um livro bastante interessante que fala – de modo geral – as explicações e as diferenças sobre arte e tudo o que se opõe a ela (e a fotografia). E ele coloca de forma bem interessante porque ele te deixa intrigado sobre os conceitos, termos e história. A crítica então surge sem nem ao menos você perceber.

E crítica é o que está faltando na cabecinha de muita gente – olha só eu gerando polêmica – que na maioria das vezes não sabe o que está falando. O que acontece é que nos últimos tempos o termo acabou sendo banalizado e parece que virou moda chamar qualquer produção de Arte. E não é bem assim que as coisas funcionam. Arte não apenas algo produzido com muita técnica, nem aquilo que é difícil de ser encontrado e nem muito menos se trata de novidades. Artes, assim como o termo Fine Arts deduzem a peças únicas de produção de alguém que pensa, respira e estuda muito o que faz (repetidas vezes por dia) e principalmente não produz para o mercado.

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Há muito, muito tempo atrás houve essa preocupação (com o uso da palavra) já antecedendo o acontecimento, e foi criado o termo Fine Art para diferenciar produtos que tinham realmente uma finalidade artística para produtos que tinham finalidades também comerciais. O que se observa é que o termo era direcionado para produções artísticas também ousadas e inovadoras, como um simples quadro preto emoldurado de Kasimir Malevich. Outro aspecto do termo é que ele também foi designado para artes feitas por impulso, e depois, de tantas designações a palavra também perdeu o seu sentido – quer dizer – caiu em mau uso, e é importante saber diferencia-la.

 

Entenda que o simples fato de produzir uma bela fotografia que no final do job você receberá um valor por aquele serviço seu prestado, já basta para dizer que essa sua imagem não é arte – apesar de ter um valor artístico, dependendo da estética – projetos autorais, fotografias documentais sem valores monetários, documentações para produção de portfólio e para pesquisa se aproximam mais do que é arte, porque ainda assim, essas aprovadas deverão ser avaliadas quanto a sua estética, sua leitura, seus objetivos, a subjetividade, composição e etc.

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Em um mundo tão pequeno (syberspace) e com tantas mudanças acontecendo é importante que saibamos entender melhor o significado e procurar sempre pesquisar de forma correta a história delas, vai fazer toda a diferença no seu repertório profissional e artístico.

 

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