Compartilhando pesquisas e experiências sobre Fotografia

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Muito já compartilhei com vocês. Já falamos do mercado para a nossa profissão de inúmeras formas, algumas com experiências próprias, outras baseadas em textos e artigos. Hoje, além de compartilhar mais uma nova fase e grande passo profissional, compartilho também minhas emoções e relatos vividos.

É sempre delicado falar desses tipos de história porque estamos sim falando de pessoas, em bora nem sempre se respeitam, mas são  pessoas com sentimentos, fraquezas, sonhos e vontades como qualquer outro. E a na nossa profissão sempre encontramos pessoas muito sensíveis, envolvidas com a arte, éticas, respeitosas, mas também encontramos pessoas que passam por cima de qualquer um  para conseguir o que quer: O cliente.

O grande defeito (e virtude) do fotógrafo é ele ser loucamente apaixonado pela profissão. Isso muitas vezes, ajuda o profissional a valorizar ainda mais o que faz e os colegas de trabalhos, mas também pode levar a cegueira, fazendo passar por alguns mandamentos éticos e acabam se queimando no mercado.

Eu, por outro lado tenho fama de besta. Sempre fui apaixonada por fotografia e como tradicionalista (com um pé bem forte na fotografia documental) sempre gostei de seguir alguns princípios e apesar de ter tentado bastante, não misturo muito minhas fotografias com manipulações, artes digitais, ilustrações ou qualquer outro tipo de arte contemporânea (apesar da fotografia digital em si, ser uma delas). E sendo besta, acaba que muitas pessoas (ou profissionais) passam por cima de mim.

Um dos maiores obstáculos para mim, como profissional não foi nem aprender a quantificar o meu trabalho, ou me vender, ou aparecer, ou encontrar uma imagem ideal para mim (ainda é difícil), mas sim lidar com colegas e profissionais que são queridos, mas que nesse mercado (e perverso) se tornam competitivos ao extremo.

E hoje, em um momento muito bom, onde percebo que posso sim continuar com essa profissão, que é o que sei fazer, e que já me deu um certo reconhecimento, percebo que nada isso me tira do mercado, mesmo eu sendo “besta” ou mais “lenta” para certas coisas, eu continuarei firme e forte, seguindo e investindo, melhorando sempre meus equipamentos, estudando bastante, aprendendo novas técnicas, sem passar por cima de ninguém, nada me prejudicou.

Quando fazemos com amor, respeito com o colega de profissão, duramos bastante no mercado, quando queremos passar a perna, podemos nos queimar feio.

Pensem nisso! 😉

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